A Morte de Carlos Gardel


Um jovem toxicodependente está a morrer num hospital. Junto a ele, à medida que vão vivendo a evolução da sua agonia, cada um dos seus familiares mais próximos evoca uma teia de recordações, de memórias obsessivas e de vivências actuais. Todos eles são portadores de sonhos e desalentos da vida. O pai do jovem, apaixonado pelo tango e pela figura de Carlos Gardel, o mais famoso dos cantores de tango argentino, percorre simbolicamente um rosário de situações dolorosas. Delirante, confunde-o com um cantor parecido.

Solveig Nordlund

drama / 85’ / 2011

FICHA TÉCNICA

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FICHA TÉCNICA 〰️

REALIZAÇÃO

PRODUÇÃO

Solveig Nordlund

Luís Galvão Teles e Gonçalo Galvão Teles

PRODUÇÃO EXECUTIVA

João Fonseca

ARGUMENTO

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

Solveig Nordlund

Acácio de Almeida

DIREÇÃO DE ARTE

GUARDA-ROUPA

MONTAGEM

CORREÇÃO DE COR

MONTAGEM DE SOM

Elsa Ferreira

Irma Lucia

Paulo MilHomens

Ana Paula Rocha

Silvia Siopa

MÚSICA

MISTURA DE SOM

Carlos Alberto Lopes

Pedro Marques

Rui Morisson, Albano Jerónimo, Maria João Pinho, Celia Williams, Carlos Malvarez, Ruy de Carvalho

COM

Solveig Nordlund

Nascida em Estocolmo, Solveig Nordlund é diretora e montadora. Começou o seu percurso em cinema como assistente em vários filmes, mas é em Brandos Costumes, de Alberto Seixas Santos (1973-1974), que o seu nome começa a surgir nos créditos como montadora.

Em 1978, estreia-se na ficção com Nem Pássaro Nem Peixe. A sua primeira longa-metragem foi Dina e Django (1983) a que se seguiram Até Amanhã, Mário (1994), Comédia Infantil (1998), Aparelho Voador a Baixa Altitude (2002) e A Filha (2003). É também realizadora de curtas metragens e de documentários sobre escritores como Marguerite Duras, J. G. Ballard ou António Lobo Antunes.