Sobre
Fado Filmes
Desde 1997, a FADO FILMES produziu mais de 40 filmes, com uma audiência total de quase 9 milhões de espectadores de todo o mundo. É, assim, uma das produtoras cinematográficas mais antigas e ativas de Portugal, com uma presença significativa e inúmeros prémios em festivais nacionais e internacionais de renome.
Quase todos os filmes da FADO FILMES foram coproduzidos com outros países e com o apoio de fundos internacionais, tais como o Eurimages, o Ibermedia, o Media e o ACP Films, o que a torna a produtora portuguesa que mais apoio internacional obteve. Os filmes da FADO FILMES participaram em centenas de festivais, vários deles de Classe A, incluindo seleções e prémios em Cannes, San Sebastián e Veneza.
Recebeu também o único prémio GOYA atribuído a um filme de produção maioritariamente portuguesa, «FADOS». No que diz respeito à internacionalização do cinema português, a FADO FILMES também se encontra no topo e ocupa provavelmente o primeiro lugar com «FADOS», de Carlos Saura, vendido em mais de 70 territórios, e «ELAS», de Luís Galvão Teles, vendido em mais de 30 territórios, com 250 000 espectadores oficialmente registados na Europa, para além das inúmeras transmissões televisivas, muitas delas em horário nobre. «DOT.COM» foi vendido em mais de 20 territórios e quase meio milhão de espectadores assistiram a «TUDO ISTO É FADO», de Luís Galvão Teles, na plataforma internacional de VOD/Internet Viewster TV.
Nos últimos cinco anos, a FADO FILMES produziu «GELO», «CINZENTO E NEGRO», «O GRANDE CIRCO MÍSTICO», «REFRIGERANTES E CANÇÕES DE AMOR», «PRAÇA PARIS», «ROSAS DE ERMERA», «AVÓ 19 E O SEGREDO DO SOVIÉTICO» e coproduziu «LA PASSIÓN DE JAVIER» e «DESERTO PARTICULAR», vencedor do Prémio do Público nas Giornate degli Autori 2021.
Próximas Estreias
VINDIMA, de Luís Galvão Teles
ÚLTIMA NOITE, de Tiago R. Santos
DESGARRADA, de Flávio Ferreira
Mais sobre…
Nascido a 4 de dezembro de 1945, Luís Galvão Teles estudou Direito em Lisboa (1967) e Cinema em Paris (1968/70).
Ao longo dos seus 50 anos de carreira em cinema, Luís Galvão Teles desempenhou diversas funções como realizador, argumentista, produtor e distribuidor.
Foi um participante ativo de vários movimentos de cinema em Portugal antes e depois da revolução do 25 de abril de 1974. Tornando-se, nesse mesmo ano, um dos parceiros fundadores da CINEQUANON, uma cooperativa cinematográfica que teve um papel fulcral durante a mesma.
Em 1997, fundava a FADO FILMES, uma das mais importantes produtoras de cinema português.
