Praça Paris

Lúcia Murat

drama / 110’ / 2017

Rio de Janeiro. Camila é uma terapeuta portuguesa que trabalha na UERJ, onde atende Glória, ascensorista da universidade. Ao longo das sessões Camila se depara com uma realidade bastante violenta, já que Glória foi violada pelo próprio pai quando criança. Cada vez mais assustada com os relatos que ouve, ela sente-se ameaçada ao mesmo tempo em que Glória passa a vê-la como algo essencial em sua vida.


Em coprodução com a Taiga Films (Brasil) e CEPA (Argentina).

FICHA TÉCNICA

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FICHA TÉCNICA 〰️

REALIZAÇÃO

PRODUÇÃO

Guillermo Nieto

Mair Tavares

Dina Salem Levy

Ana Carolina Lopes

Antonio Chaulet

Simone Petrillo

Carlos Alberto Lopes

André Abujamra e Marcio Nigro

Gabriel Bortolini

PRODUÇÃO EXECUTIVA

COM

Grace Passô, Joana de Verona, Marco Antonio Caponi, Alex Brasil, Babu Santana, Taiana Bastos, Daniel Braga

ARGUMENTO

DIREÇÃO DE FOTOGRAFIA

MONTAGEM

DIREÇÃO DE ARTE

GUARDA-ROUPA

DIREÇÃO DE SOM

MONTAGEM DE SOM

MISTURA DE SOM

MÚSICA

CASTING

Lúcia Murat

Andrés Longares, Felicitas Raffo, Gonçalo Galvão Teles, Luís Galvão Teles

Joana Nin

Lúcia Murat, Raphael Montes

Lúcia Murat

Nascida no Rio de Janeiro, Lúcia Murat foi integrante da luta armada nos tempos mais difíceis da ditadura militar no Brasil (1968-1979). Tendo sido presa e torturada na prisão, todo o seu trabalho é fortemente influenciado por essa experiência.

A sua longa-metragem Que Bom Te Ver Viva (1989) é um compêndio de histórias, relatos e lembranças dos tempos de prisão. Em 2004, retomou o tema com Quase Dois Irmãos, que lhe valeu o Prémio de Melhor Filme Ibero-Americano do júri oficial e de Melhor filme do júri popular do Festival Internacional de Cinema de Mar del Plata.

Em 2011, ganhou diversos prémios no Festival de Gramado com o filme Uma Longa Viagem. Em 2013 lançou A Memória que me Contam.